Pesquisa estuda a representação imagética do corpo pobre

[Publicações do MidiAto]

No último Encontro Socine, em outubro, a pesquisadora  Paula Paschoalick, doutoranda da ECA-USP, falou sobre a construção da representação imagética do corpo pobre, em artigo cujo título é “Tá na cara”. O evento foi realizado na Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina), em Florianópolis.

No resumo do trabalho, a investigadora diz que:

A vasta produção cinematográfica brasileira que orbita questões que envolvem as parcelas pobres marginalizadas da nossa sociedade nos faz refletir sobre a construção imagética que retroalimenta nosso repertório simbólico, indicando o que é e como se parece a pessoa pobre.

Esse jogo de representações é o objeto de análise dessa proposta, partindo da análise dos filmes “As melhores coisas do mundo”, de Laís Bodansky (2010) e “Deixa voar”, de Cadu Barcellos (2010)

Veja o resumo expandido do artigo aqui.

Referências: 

PASCHOALICK, Paula. “Tá na cara: a construção da representação imagética do corpo pobre”. In: Encontro Internacional da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual. Outubro de 2013.

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