Ciclo Cartografias da Crítica debate cibercultura e alteridade no dia 16

Na próxima terça, 16 de junho, o MidiAto faz o quarto encontro do ciclo de estudos Cartografias da Crítica, que debate o atual desenho dos estudos de crítica de mídia e de audiovisual. As discussões ocorrem das 14h às 17h, no auditório Freitas Nobre do CJE (Departamento de Jornalismo e Editoração) da ECA/USP, na avenida Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443, bloco A, Cidade Universitária, São Paulo.

Mariana Tavernari debaterá os resultados de seu trabalho de doutorado, defendido recentemente na ECA/USP: Narrativas da cibercultura: representações da técnica, articulações discursivas e processos de agenciamento”. Leia abaixo o resumo do trabalho:

A centralidade da cibercultura na contemporaneidade manifesta-se não apenas na potencialidade dos dispositivos tecnológicos no cotidiano, mas também em sua dimensão social, cultural e epistemológica como formação discursiva. Propomos uma análise crítica das narrativas ciberculturais, práticas midiáticas cristalizadas nas tramas convergentes da comunicação, da cultura e da tecnologia na sociedade contemporânea. Tais narrativas são investigadas em seus componentes de articulação discursiva e processos de agenciamento atrelados a representações da técnica, configurando diferentes tipos de narrativas representativas do imaginário da cibercultura, organizadas em torno de complexos exploratórios e ontológicos da narrativa.

Em seguida, José Augusto Mendes Lobato falará sobre sua pesquisa de doutorado, em andamento na ECA/USP, cujo título é “A alteridade na ficção e na grande reportagem: Um estudo sobre a figuração do outro na narrativa televisiva brasileira”. Veja o resumo da investigação:

A pesquisa tem como propósito identificar, compreender e analisar as estratégias de representação da alteridade nas narrativas televisivas brasileiras, tomando como objetos os gêneros jornalístico e de ficção seriada, nos formatos de grande reportagem e telenovela. Tomamos como premissas ou hipóteses três grandes eixos de análise: as estratégias testemunhais/evenemenciais ou de imersão, os jogos de oposição e a construção discursiva de fronteiras e as interações entre ficcionalização e factualização. Ao fim, buscaremos definir um marco estrutural para a análise das narrativas de alteridade no ambiente televisivo, examinando as estratégias pertinentes a cada gênero, os principais procedimentos e os efeitos de sentido aventados pelas representações mediatizadas do Outro.

As apresentações terão de 30 a 40 minutos e serão seguidas de debate.

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