Produções do Grupo

GOMES, Mayra Rodriges. Comunicação e Identificação: ressonâncias no jornalismo. Cotia (SP): Ateliê Editorial, 2008.
Este livro trabalha com a constituição imaginária das articulações sociais, do ponto de vista individual, ou seja, das representações sociais, e do ponto de vista grupal, a saber, das associações entre representações. Assim, tendo o jornalismo como referência, procura detectar ressonâncias, ou os focos a partir dos quais as identificações se consolidam e as subjetividades se constroem. No manto do mundo o que se tem é a realidade como fabulação. E, já que o presente trabalho, assim como a realidade, se constitui partes extra partes, não podemos mostrar o conjunto da produção, mas podemos, sempre, na forma de insistência, mostrar processos, os modos de tessitura dos mantos do mundo.


SOARES, Rosana de Lima. Margens da comunicação: discurso e mídias. São Paulo: Annablume, 2009.
Este livro parte da hipótese de que o domínio discursivo, entendido como articulador das relações simbólicas e, por isso, o lugar em que se fazem e desfazem os laços sociais, é o campo privilegiado para estudar comunicação. O desenvolvimento do trabalho apresenta os modos pelos quais a própria conceituação de discurso foi se firmando nos vários campos do saber em que vem a ser um conceito fundamental, como na filosofia e na teoria lingüística, destacando-o da sua apreensão pelo senso comum.
Na teoria lingüística, o sujeito gramatical; no domínio da filosofia, como sujeito ontológico; no campo da psicanálise, como sujeito do inconsciente. Assim, cada um dos conceitos de discurso já responde a um certo conceito do que seja o humano e a uma certa concepção das relações entre linguagem e realidade.

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CASADEI, Eliza Bachega. Saiu da história para entrar nas revistas: Enquadramentos da memória coletiva sobre Getúlio Vargas em Veja, Realidade e Time. Rio de Janeiro: E-papers, 2009.
Como coloca Carolyn Kitch, “é a partir da mídia que nós adquirimos muito (talvez a maior parte) da nossa noção de História como ‘herança’”. Qual é, então, o uso que está sendo feito dessa herança? Como a era Vargas tem sido utilizada para explicar e dar sentido a eventos da atualidade? Trata-se de uma mera divulgação científica, importante para entendermos como chegamos até aqui, ou trata-se da manipulação de dados históricos para a validação de determinadas visões de mundo? Mais do que isso, por que, após tantos anos depois da morte de um ex-presidente, ele ainda é citado em narrativas jornalísticas para explicar eventos do tempo presente? São estas questões que motivam o presente livro, que busca investigar algumas questões referentes aos usos da história no jornalismo.

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LIESENBERG, Cintia. “Faces da participação social:uma leitura do papel dos apoiadores de inciativas nos jornais Folha de S.Paulo e Correio Popular”. In: Amarildo Carnicel; Márcia Fantinati (orgs.). Comunicação e Cidadania: possibilidades e interpretações. Campinas: CMU Publicações, 2008. p.35-56.
O capítulo aborda matérias pautadas pela promoção de ações não-governamentais em benefício de populações pauperizadas e/ou marginalizadas. O artigo é parte da pesquisa de mestrado que trata das relações entre imprensa e o chamado terceiro setor.

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MIELKI, Ana Claudia. “Análise do Discurso: idéias para investigar a construção de imaginários a partir das práticas sociais“. Trabalho apresentado no II Colóquio Binacional BrasilxMéxico de Ciências da Comunicação, realizado entre 1 e 4 de abril de 2009, em São Paulo (SP).

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PAGANOTTI, Ivan. “Imagens e estereótipos do Brasil em reportagens de correspondentes internacionais“. Revista Rumores, Ano 1, n. 1, Julho-Dezembro de 2007.
O artigo trata da cobertura dos correspondentes internacionais sobre o Brasil e traça um perfil das imagens e estereótipos mais utilizados para representar a identidade nacional brasileira.

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SILVA, Mariana Duccini Junqueira da. Em nome do pai – articulações discursivas em matérias sobre parricídio [Dissertação de mestrado defendida na Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP) em 2007].
Esta pesquisa visa a apresentar as construções discursivas sobre crimes de parricídio em reportagens das revistas semanais brasileiras
Veja, IstoÉ e Época, num período compreendido entre os anos de 1970 e 2002, totalizando 10 matérias analisadas. A partir dos referenciais teóricos propostos pelas Ciências da Linguagem, Teorias da Enunciação e Análise do Discurso de orientação francesa, buscou-se depreender como as referidas reportagens viabilizam determinados efeitos de sentido, respaldadas por uma vontade de verdade, na terminologia de Michel Foucault. Intentou-se, ainda, verificar de que forma a instância enunciadora mobiliza estratégias para construir sua identidade, em vista do princípio constitutivamente heterogêneo do discurso. As análises efetuadas denotam que, a despeito de as matérias terem sido veiculadas em momentos diversos, ao longo de 32 anos, têm em comum o fato de identificarem a mencionada predisposição de verdade ao lugar do pai, enquanto metáfora das injunções de que emana a própria organização da sociedade.

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TAVERNARI, Mariana Della Dea. “Identificações discursivas e representações da morte no ciberespaço“. Anais do XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (INTERCOM) – Curitiba (PR) – 4 a 7 de setembro de 2009.
Trabalho apresentado no Encontro dos Núcleos de Pesquisa em Comunicação – NP Comunicação e Culturas Urbanas, no IX Encontro dos Grupos/Núcleos de Pesquisas em Comunicação, evento componente do XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.

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VENANCIO, Rafael Duarte Oliveira. Jornalismo e linha editorial: Construção das notícias na imprensa partidária e comercial. Rio de Janeiro: E-papers, 2009.
Esse livro busca entender como a Linha Editorial influencia na produção e na transmissão de material jornalístico de cunho informativo. Trabalhamos com a hipótese de que as notícias, que seriam objetivas, acabam por se fundar em opiniões da equipe editorial do jornal, ou seja, nos desejos dela de sociedade futura. Através da análise da produção de quatro jornais – Granma, Brasil de Fato, Folha de S. Paulo e USA Today – procuramos identificar e refletir sobre esse mecanismo. Para isso, sistematizamos e utilizamos as ideias de Vladimir Lenin sobre jornalismo, além de optar por metodologias provenientes do Jornalismo Comparado e da Análise do Discurso. O objetivo é demonstrar que os jornais são representantes do povo usando práticas de Partidos Políticos e não de watchdogs independentes.

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Veja posts sobre publicações de pesquisadores do MidiAto.

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